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O pecado nunca fará você feliz

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Cravadas em cada árvore do jardim de Deus estão as palavras, “se morrer, produz muito fruto” (João 12.24). Uma palavra está gravada na carne de todo cristão: “Morreste” (Colossenses 3.3). E a confissão sincera de todo crente é: “Estou crucificado com Cristo” (Gálatas 2.20).

Mas o que isso significa? Quem morreu quando eu me tornei cristão? Resposta: minha “carne” morreu. “E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências” (Gálatas 5.24). Mas o que “carne” significa? Não é a minha pele. Não é o meu corpo. O meu corpo pode ser um instrumento de justiça (Romanos 6.13). Não, não é o meu corpo.

Então, o que é? Vemos a resposta nos tipos de obras que a carne realiza. “As obras da carne” são coisas como idolatria, porfias, iras e invejas (Gálatas 5.19-21). São atitudes, não simplesmente atos imorais do corpo.

O Que é a Carne?

A passagem que chega mais perto de dar uma definição bíblica de “carne” é Romanos 8.7-8: “Por isso, o pendor da carne é inimizade contra Deus, pois não está sujeito à lei de Deus, nem mesmo pode estar. Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus” (Romanos 8.7-8). A carne é o “velho eu” que era rebelde contra Deus. Na carne, eu era hostil e insubordinado. Eu odiava a ideia de admitir que eu estava doente com pecado. Eu desafiava a ideia de que a minha maior necessidade era que o Bom Médico me curasse. Na carne, eu me voltei para a minha própria sabedoria, não para a sabedoria de Deus. Então, nada do que eu fiz na carne era agradável a Deus, pois “sem fé é impossível agradar a Deus” (Hebreus 11.6). A carne não faz nada com fé.

Então, “a carne” é o “velho eu” – autoconfiante e sem fé. Isso é o que morreu quando Deus me salvou. Deus apertou as artérias do meu velho coração incrédulo de pedra. E quando ele morreu, ele me deu um novo coração (Ezequiel 36.26).

Qual é a diferença entre esse novo coração que vive e o velho que morreu? A resposta está em Gálatas 2.19-20: “Estou crucificado com Cristo… e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim”. O velho coração que morreu confiou em si mesmo; o novo coração depende de Cristo todos os dias.

Lute Contra o Pecado Confiando em Jesus

Como pessoas mortas lutam contra o pecado? Elas lutam contra o pecado confiando no Filho de Deus. Elas estão mortas para as mentiras de Satanás. Mentiras como essa: “Você será mais feliz se você confiar nas próprias ideias sobre como ser feliz em vez de confiar no conselho e nas promessas de Cristo”. Cristãos estão mortos para esse engano. Eles lutam contra Satanás confiando que os caminhos e as promessas de Cristo são melhores que os caminhos e as promessas de Satanás.

Essa maneira de lutar contra o pecado se chama “combate da fé” (1 Timóteo 6.12; 2 Timóteo 4.7). As vitórias dessa luta se chamam “obra da fé” (1 Tessaloniscenses 1.3; 2 Tessaloniscenses 1.11). Nessa guerra, os cristãos “são santificados pela fé” (Atos 26.18).

Então, vamos refletir sobre esse combate da fé. Não é como brincar de guerra com armas de brinquedo. A eternidade está em jogo. Romanos 8.13 é o verso chave: “Porque, se viverdes segundo a carne, caminhais para a morte; mas, se, pelo Espírito, mortificardes os feitos do corpo, certamente, vivereis”. Isso foi escrito para aqueles que professam a fé cristã, e o ponto central é que a nossa vida eterna depende de nossa luta contra o pecado. Não significa que, ao matar o pecado, nos tornamos merecedores da vida eterna. Não, é “pelo Espírito” que nós lutamos. A glória é dele, não nossa.

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Romanos 8.13 também não significa que lutamos ansiosos pela incerteza da vitória. Pelo contrário, mesmo enquanto lutamos, temos confiança de que “aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus” (Filipenses 1.6). Romanos 8.13 também não significa que precisamos ser perfeitos agora em nossa vitória sobre o pecado. Paulo nega toda reivindicação de perfeição: “Não que eu o tenha já recebido ou tenha já obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus” (Filipenses 3.12).

O Combate que Deus Exige

A exigência em Romanos 8.13 não é a impecabilidade, mas o combate mortal contra o pecado. Isso é completamente essencial na vida cristã. Caso contrário, não teremos evidência de que a carne foi crucificada. E se a carne não foi crucificada, nós não pertencemos a Cristo (Gálatas 5.24). Nessa guerra, há muitas coisas em jogo. O resultado é o Céu ou o inferno.

De que maneira, então, os mortos podem “mortificar os feitos (pecaminosos) do corpo”? Nós já respondemos, “pela fé!” Mas o que exatamente isso significa? De que maneira é possível lutar contra o pecado pela fé?

Suponha que eu esteja sendo tentado à cobiça. Alguma imagem sexual surge no meu cérebro e me convida a buscá-la. A maneira que essa tentação se torna mais forte é me convencendo a acreditar que eu serei mais feliz se eu ceder. O poder de toda tentação é a perspectiva de que ela me fará mais feliz. Ninguém peca por um senso de dever quando o que ele realmente quer é fazer o certo.

Então, o que eu devo fazer? Alguns responderiam: “Sede santos, porque eu sou santo. “Lembre-se do mandamento de Deus para ser santo (1 Pedro 1.16) e exercite a sua vontade para obedecer porque ele é Deus!” Mas esse conselho falta algo crucial: a fé. Muitas pessoas que se esforçam para progredir moralmente não são capazes de dizer: “A vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus” (Gálatas 2:20). Muitas pessoas tentam amar, mas não entendem que o que realmente conta é “a fé que atua pelo amor” (Gálatas 5:6). A luta contra a cobiça (ou contra a ganância, contra o medo ou qualquer outra tentação) é uma luta da fé. Caso contrário, o resultado é o legalismo.

Lutando contra o Pecado pelo Espírito

Quando a tentação à cobiça chega, Romanos 8.13 diz: “Se, pelo Espírito, mortificardes os feitos do corpo, certamente, vivereis”. Pelo Espírito! O que isso significa? No meio de toda a armadura que Deus nos dá para lutar contra Satanás, somente uma peça é usada para matar: a espada. É chamada de “espada do Espírito” (Efésios 6.17). Então, quando Paulo diz para matar o pecado pelo Espírito, eu entendo que o sentido é: “Dependa do Espírito, especialmente da sua espada”.

O que é a espada do Espírito? É a Palavra de Deus (Efésios 6.17). É aí que entra a fé: “De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus” (Romanos 10:17). A Palavra de Deus atravessa a neblina de mentiras de Satanás e me mostra onde a verdadeira e duradoura felicidade pode ser encontrada. Então, a Palavra me ajuda a parar de confiar no pecado em potencial para me fazer feliz e me incentiva a confiar na promessa de Deus de alegria (Salmo 16.11).

Eu me pergunto quantos crentes hoje em dia tem consciência de que a fé não é meramente acreditar que Jesus morreu pelos nossos pecados. Fé é também a confiança de que o caminho dele é melhor do que o pecado. A vontade dele é mais sábia. A ajuda dele é mais segura. As promessas dele são mais preciosas. E a recompensa dele é mais gratificante. A fé começa olhando para a cruz do passado, mas vive olhando para as promessas de Deus para o futuro. Abraão “pela fé, se fortaleceu… estando plenamente convicto de que ele era poderoso para cumprir o que prometera” (Romanos 4.20-21). “Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem” (Hebreus 11.1).

Quando a fé prevalece em meu coração, então Cristo e suas promessas me satisfazem. Esse é o sentido do que Jesus disse: “O que crê em mim jamais terá sede” (João 6:35). Se a presença e as promessas de Cristo satisfazem a minha sede por alegria, por um sentido, por uma paixão, o pecado perde o seu poder. Não queremos aquele sanduíche de carne quando vemos o delicioso churrasco na grelha.

A Satisfação Mata o Pecado

O combate da fé é uma luta para estar satisfeito com Deus. “Pela fé, Moisés… recusou… os prazeres transitórios do pecado… porque contemplava o galardão” (Hebreus 11.24-26). A fé não se contenta com “prazeres transitórios”. Ela é faminta por alegria. E a Palavra de Deus diz, “na tua presença há plenitude de alegria, na tua destra, delícias perpetuamente” (Salmo 16.11). Assim, a fé não é desviada pelo pecado. Ela não desistirá tão facilmente em sua busca pela alegria máxima.

A função da Palavra de Deus é alimentar a fome que a fé tem de Deus. Assim, ela afasta meu coração do enganoso sabor da cobiça. Inicialmente, a cobiça tenta me enganar com a sensação de que eu deixarei de experimentar um determinado prazer se eu seguir o caminho da pureza. Então, eu pego a espada do Espírito e começo a lutar.

Eu leio que é melhor arrancar o meu olho e lançá-lo fora do que cobiçar (Mateus 5.29). Eu leio que se eu pensar nas coisas que são puras, amáveis e de boa fama, a paz de Deus estará comigo (Filipenses 4.7-8). Eu leio que o pendor da carne dá para a morte, mas que o pendor do Espírito dá para a vida e paz (Romanos 8.6). E enquanto eu oro para que a minha fé se satisfaça com a vida e a paz de Deus, a espada do Espírito remove a cobertura do veneno da cobiça. Eu passo a ver as coisas como elas realmente são. E pela graça de Deus, seu poder sedutor é anulado.

A Fé que Olha para Frente

É assim que os mortos lutam contra o pecado. Esse é o significado de ser um cristão. Estamos mortos no sentido de que o nosso velho eu incrédulo (a carne) morreu. Em seu lugar está uma nova criação. A fé faz com que seja novo. Não somente uma fé que olha para a morte de Jesus no passado, mas uma fé que olha para as promessas de Jesus no futuro. Não somente a certeza do que ele fez, mas a satisfação pelo que ele vai fazer.

Com toda a eternidade na balança, nós lutamos o combate da fé. Nosso principal inimigo é a mentira que diz que o pecado sempre fará com que o nosso futuro seja mais feliz. Nossa principal arma é a verdade que diz que Deus fará com que o nosso futuro seja mais feliz. E a fé é a vitória que vence essa mentira, pois a fé se satisfaz com Deus.

Então, o desafio que está diante de nós não é simplesmente fazer o que Deus diz porque ele é Deus, mas desejar o que Deus diz porque ele é bom. O desafio não é simplesmente buscar a justiça, mas preferir a justiça. O desafio é levantar de manhã e, em oração, meditar na Escritura até experimentar a alegria e a paz por crer nas “preciosas e mui grandes promessas” de Deus (Romanos 15.13; 2 Pedro 1.4). Com essa alegria diante de nós, os mandamentos de Deus não serão penosos (1 João 5.3) e a recompensa do pecado se mostrará muito passageira e superficial para nos atrair.

Publicado com autorização:

Fonte: Voltemos ao Evangelho

Por: John Piper. © Desiring God Foundation. Website: desiringGod.org. Traduzido com permissão. Fonte: Sin Will Never Make You Happy.
Original: O pecado nunca fará você feliz. © Voltemos ao Evangelho Website: voltemosaoevangelho.com. Todos os direitos reservados. Tradução: Frank Brito. Revisão: Filipe Castelo Branco.

John Piper é doutor em Teologia pela Universidade de Munique e fundador do desiringGod.org e chanceler no Bethlehem College & Seminary. Ele serviu por 33 anos como pastor principal da Bethlehem Baptist Church em Minneapolis, Minnesota. Piper é autor de diversos livros, incluindo Uma Glória Peculiar (Fiel) e Em busca de Deus (Shedd).

Honra ao Senhor com os teus bens

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Ao ordenar que o Seu povo Lhe entregasse os primeiros frutos, Deus queria ser distinguido no coração de Seus filhos. A entrega das primícias é uma forma de se dar honra ao Senhor. Observe a ênfase bíblica:

“Honra ao Senhor com os teus bens e com as primícias de toda a tua renda; e se encherão fartamente os teus celeiros, e transbordarão de vinho os teus lagares.” (Pv 3.9,10)

Ao mencionar a necessidade de darmos honra ao Senhor em nossas finanças, a Palavra do Senhor fala sobre os nossos bens e também sobre as primícias da nossa renda. Não se trata apenas de honrá-Lo com os nossos bens, nem tampouco de honrá-Lo apenas com a nossa renda, e sim com as primícias desta renda.

A definição que o Dicionário Aurélio dá acerca de primícias é: “Primeiros frutos; primeiras produções; primeiros efeitos; primeiros lucros; primeiros sentimentos; primeiros gozos; começos, prelúdios”. A definição bíblica não é diferente. Por trás de toda uma doutrina fundamentada em ensinos explícitos e figuras implícitas, as Escrituras nos mostram a importância que Deus dá ao nosso ato de entregarmos a Ele as nossas primícias, cuja definição é: “a primeira parte de algo.”

Deus não instituiu as ofertas pelo fato de precisar delas, mas para provar o nosso coração numa das áreas em que demonstramos um grande apego. Com a Lei das Primícias não é diferente. Deus não precisa dos primeiros frutos. Nós é que precisamos d’Ele em primeiro lugar em nossas vidas, e este é um excelente exercício para mantermos o nosso coração consciente disto.

Lemos em Êxodo 13.13 que, se o primogênito (considerado o primeiro fruto do ventre) da jumenta não fosse resgatado, o seu pescoço deveria ser quebrado. A importância da Lei das Primícias não estava no que seria feito com a oferta, mas no princípio de ela não ser utilizada em benefício próprio.

Entregar ao Senhor as primícias da nossa renda é dar-Lhe honra. É distingui-Lo. É demonstrar o lugar especial que Ele ocupa em nossas vidas. Deus quer ser o Primeiro em nossas vidas. A rebelião de Satanás foi a tentativa de usurpação desta posição divina. E ainda hoje ele tenta tomar o trono de Deus em nossos corações. Mas devemos manter o Senhor em Seu devido lugar.

A Bíblia está repleta de histórias de pessoas que mantiveram Deus em primeiro lugar em suas vidas a despeito do preço a ser pago. Abraão se dispôs a sacrificar o seu próprio filho, mas não se atreveu a deixar de dar a Deus o primeiro lugar. José foi para a cadeia para não pecar contra Deus numa relação adúltera. Sadraque, Mesaque e Abede-Nego foram lançados numa fornalha por recusarem-se a dar a uma estátua o lugar que pertence só a Deus. Daniel foi lançado numa cova de leões pela decisão de manter a Deus em primeiro lugar. Os apóstolos foram presos e açoitados porque importava antes obedecer a Deus do que aos homens. Estes são exemplos positivos que nos inspiram a seguirmos as mesmas pegadas dos que agiram do modo correto, mas também há os exemplos negativos de pessoas que não fizeram de Deus o Primeiro em suas vidas, e tornaram-se um exemplo a não ser seguido.

Além destas figuras e exemplos, temos também o ensino explícito de Jesus, que não deixa dúvidas sobre a importância do assunto:

“Mas buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas.” (Mt 6.33)

A Concordância de Strong mostra que a palavra grega traduzida como “primeiro” neste versículo é “proton” e significa: “Primeiro em tempo ou lugar, em qualquer sucessão de coisas ou pessoas. Primeiro em posição, influência, honra; chefe, principal”.

Quando damos a Deus o primeiro lugar, não nos frustramos. Pelo contrário, há um sentimento de realização em nosso interior que testifica que de fato fomos criados justamente para isto. Sem Deus em primeiro lugar, há um desequilíbrio em nossas vidas. Perdemos o propósito da nossa existência.

Michelle Bolsonaro da entrevista exclusiva à TV Record

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Michelle Bolsonaro

No último domingo, 20 de janeiro, a primeira-dama Michelle Bolsonaro deu uma entrevista exclusiva a TV Record. Entre os diversos assuntos ela falou sobre como é morar no palácio da Alvorada, a residência oficial do presidente da república. Falou sobre o trabalho que pretende desenvolver com o voluntariado e a inserção dos surdos-mudos

O texto bíblico diz claramente que o temor ao Senhor é o princípio da sabedoria, Provérbios 1:7, O que chamou atenção nessa entrevista foi a forma que ela exaltou o nome do Senhor.

Assista abaixo o vídeo e deixe os seus comentários:

Primeira reunião de oficiais de 2019

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Nesta quinta-feira, 17 de janeiro, a missionária Ruth B. De Oliveira teve a sua primeira reunião com os pastores da superintendência de Brasília e Entorno.

Missionária Ruth trouxe uma palavra de incentivo aos pastores e pastoras e seu cônjuges falando da necessidade avançar. Falou sobre o chamado de Doriel e Ruth de Oliveira, como foi no início. E que essa geração de pastores que tem um chamado, deve continuar o legado deles [Doriel e Ruth].

A missionária frisou  que obediência era uma das marcas do chamado do apóstolo Doriel e se essa geração quiser ser bem sucedido, deverá também ter essa quantidade, obedecer.

“Obedecer, leva-nos ao sacrifício e só sacrificamos algo que não tem preço para nós. Se é algo corriqueiro e banal em nosso cotidiano, isso não é sacrifício. Mas a obediência ao Senhor nos leva a renunciar a nós mesmos”, disse a missionária Ruth.

Citou ainda o livro de Atos 4:32 “Da multidão dos que creram, uma era a mente e um o coração”, pedindo a unidade de todo o campo de Brasília e Entorno, se emocionou ao mostrar o último bilhete escrito pelo apóstolo Doriel, que citava o Salmo 133. E completou dizendo: “A força da nossa igreja é a união”.

A partir do dia 04 de fevereiro, a reunião de pastores e líderes, mudará de horário. E será as 19:30h.

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Último batismo de 2018

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No último dia 16 de dezembro, aconteceu na Catedral da Bênção, em Brasília, mais um grande batismo com a presença de centenas de pessoas. Foram batizados quase duzentos novos membros.

Com uma alteração na liturgia, assim que os pastores das mais de cem igrejas chegavam com os membros, eles eram batizados, preferencialmente pelo próprio pastor, depois se reunião na Catedral.

A missionária Ruth de Oliveira, superintendente de Brasília e Entorno, ministrou a palavra de Deus. Dando as instruções sobre a nova vida em Cristo, que foi finalizada com a ministração da Santa Ceia aos novos na fé.

Montamos dois álbuns de fotos para que você tenha acesso e baixe as suas fotos.

Se Chamará

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Isaías 9:6

“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.”

 

INTRODUÇÃO

Nos tempos bíblicos, muitas vezes, o nome escolhido procurava expressar a expectativa da família em relação àquela pessoa. Ex.: Salomão: O pacífico (ou, O pacificador), aquele que viria para pacificar o seu povo. O texto de Isaías 9.6 faz algo ainda mais profundo. Dá ao Messias Prometido “nomes” que são ADJETIVOS (isto é, qualidades).

 

SE CHAMARÁ: MARAVILHOSO CONSELHEIRO

Maravilhoso é aquilo que encerra em si maravilhas, que causa admiração. Em Marcos 7.37 o povo confirma essa profecia: “O povo ficava simplesmente maravilhado e dizia: ‘Ele faz tudo muito bem. Faz até o surdo ouvir e o mudo falar’”.

Conselheiro é aquele que orienta, incentiva, corrige, busca o bem do outro. Provérbios 19.21, diz: “Muitos propósitos há no coração do homem, mas o conselho do Senhor permanecerá”. Salmos 33.11: “O conselho do Senhor permanece para sempre; os intentos do seu coração, de geração em geração”.

Juntando essas duas qualidades, teremos: Maravilhoso Conselheiro. Esse é Jesus! Aleluia. Busquemos os seus maravilhosos conselhos em todos os nossos momentos, Ele mesmo nos diz: “Meu é o conselho e a verdadeira sabedoria; eu sou o entendimento, minha é a fortaleza” (Provérbios 8.14).

 

SE CHAMARÁ: DEUS FORTE

Neste mundo caótico em que vivemos, ter uma ROCHA onde firmar os pés, ter um PROTETOR e um CONSOLADOR, é a maior graça que podemos alcançar.

Isaías mesmo, no capítulo 26.4, diz: “Confiai no SENHOR perpetuamente; porque o SENHOR Deus é uma rocha eterna”.

 

SE CHAMARÁ: PAI DA ETERNIDADE

Uma das coisas que mais causa angústia nas pessoas é a certeza de que vão morrer, não só em razão do momento da morte (que todos têm medo), mas, também, pelas incertezas do PÓS-MORTE (Existe mesmo céu e inferno? Como é lá? Para onde irei?).

Jesus é o Pai da Eternidade. Ele é Eterno (Salmo 90.2). Ele “gerou” a Eternidade. Ele nos convida para passar a Eternidade com ele. João 3.36 diz: “Quem crê no Filho [já] tem a vida eterna”. Aleluia! Receba a Cristo em seu coração e entre [já] nesta vida eterna.

 

SE CHAMARÁ: PRÍNCIPE DA PAZ

Sem Deus, estamos sempre em algum tipo de conflito: seja consigo mesmo e com sua história (passado, presente e futuro), com os outros (família, parentes, amigos, vizinhos, desconhecidos, adversários e inimigos) e, especialmente, vive em conflito com Deus (pois Deus é Santo e nós, pecadores). A partir do momento em que aceitamos o sacrifício de Jesus por nós lá na cruz do calvário, e recebemos, pela fé, a salvação preparada por Deus, somos reconciliados com o próprio Deus e com os homens.

 

Quanto a Deus, a Bíblia o garante: “Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo” (Romanos 5.1).

Quanto aos outros: “E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos pensamentos em Cristo Jesus” (Filipenses 4.7).

 

Aleluia! Jesus é o nosso Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade e Príncipe da Paz. Abra o coração e além de comemorar o nascimento de Cristo, o siga a partir de hoje e viva uma nova vida!

O que pode parar a conquista

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2º Crônicas 7:14

“E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.”

 

INTRODUÇÃO

Se houver humilhação da nossa parte, oração, busca da face de Deus, e conversão dos nossos maus caminhos, então haverá sempre perdão por parte de Deus.

O ESPÍRITO DE ORGULHO E DE REBELIÃO:

1 – Questões tolas afloram por causa das feridas emocionais – Números 12:1,2(NVI):

“Miriã e Arão começaram a criticar Moisés porque ele havia se casado com uma mulher etíope.

“Será que o Senhor tem falado apenas por meio de Moisés?”, perguntaram. “Também não tem ele falado por meio de nós?” E o Senhor ouviu isso.”

 

2 – Entendendo quando é Deus e quando é o homem –  Números 12:4-8(NVI):

“Imediatamente o Senhor disse a Moisés, a Arão e a Miriã: “Dirijam-se à Tenda do Encontro, vocês três”. E os três foram para lá. Então o Senhor desceu numa coluna de nuvem e, pondo-se à entrada da Tenda, chamou Arão e Miriã. Os dois vieram à frente, e ele disse:

“Ouçam as minhas palavras: Quando entre vocês há um profeta do Senhor, a ele me revelo em visões, em sonhos falo com ele. Não é assim, porém, com meu servo Moisés, que é fiel em toda a minha casa. Com ele falo face a face, claramente, e não por enigmas; e ele vê a forma do Senhor. Por que não temeram criticar meu servo Moisés?”

 

3 – Quando o Senhor se retira – Números 12:9,10 (NVI):

“Então a ira do Senhor acendeu-se contra eles, e ele os deixou.”

 “Quando a nuvem se afastou da Tenda, Miriã estava leprosa; sua aparência era como a da neve. Arão voltou-se para Miriã, viu que ela estava com lepra.”

A conseqüência do orgulho e da rebelião: lepra.

 

4 – A conquista pára e trava – Números 11:15(NVI):

“Então Miriã ficou isolada sete dias fora do acampamento, e o povo não partiu enquanto ela não foi trazida de volta.”

 

5 – Tudo volta a acontecer quando somos limpos desses sentimentos – Números 11:16(NVI):

“Depois disso, partiram de Hazerote e acamparam no deserto de Parã.”

 

CONCLUSÃO

Quero fazer como Davi, no Salmo 51:

 

“Por causa do teu amor, ó Deus, tem misericórdia de mim.

Por causa da tua grande compaixão apaga os meus pecados.

Purifica-me de todas as minhas maldades e lava-me do meu pecado.

Pois eu conheço bem os meus erros, e o meu pecado está sempre diante de mim. Contra ti eu pequei — somente contra ti — e fiz o que detestas. Tu tens razão quando me julgas e estás certo quando me condenas. De fato, tenho sido mau desde que nasci; tenho sido pecador desde o dia em que fui concebido.

O que tu queres é um coração sincero; enche o meu coração com a tua sabedoria. Tira de mim o meu pecado, e ficarei limpo; lava-me, e ficarei mais branco do que a neve. Faze-me ouvir outra vez os sons de alegria e de felicidade; e, ainda que tenhas me esmagado e quebrado, eu serei feliz de novo.

Não olhes para os meus pecados e apaga todas as minhas maldades. Ó Deus, cria em mim um coração puro e dá-me uma vontade nova e firme! Não me expulses da tua presença, nem tires de mim o teu santo Espírito.

Dá-me novamente a alegria da tua salvação e conserva em mim o desejo de ser obediente. Então ensinarei aos desobedientes as tuas leis, e eles voltarão a ti. Ó Deus, meu Salvador, livra-me da morte, e com alegria eu anunciarei a tua salvação! Ó Senhor, põe as palavras certas na minha boca, e eu te louvarei!

Tu não queres que eu te ofereça sacrifícios; tu não gostas que animais sejam queimados como oferta a ti. Ó Deus, o meu sacrifício é um espírito humilde; tu não rejeitarás um coração humilde e arrependido.

Ó Deus, com a tua bondade, ajuda Jerusalém e constrói de novo as suas muralhas! Então terás prazer em receber os sacrifícios certos e os animais que são totalmente queimados. E touros novos serão oferecidos no teu altar.”

 

Orgulho e rebelião, são armas que o diabo utiliza para barrar as nossas conquistas, nossos avanços.

Eu me comprometo hoje, a ser Humilde e Submisso, pois estas são armas que o Espírito Santo utiliza para que as conquistas aconteçam em nome do Senhor Jesus Cristo.

Tudo ou nada

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“Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todo o seu entendimento e de todas as suas forças” (Marcos 12:30).
Quando falamos de amor, não conseguimos associar a palavra a qualquer outro sinônimo que não seja carinho, dedicação, afeição, apreço que significa: estima, consideração que se tem por alguém ou alguma coisa; uma admiração.

Existem vários tipos de amor:

• Amor das relações de amizade (amigos mais chegados que irmãos)
• Amor entre pais e filhos (o amor de mãe)
• Amor as coisas, as posses (amor ao dinheiro, amar seus livros)
• Amor pelos valores (ama a justiça, ama a pátria)
• Amor pelas atividades (ama a profissão, ama o esporte, ama a diversão)
• Amor conjugal (ama o marido, ama a esposa)
• E por fim, o amor a Deus!

Mais adiante no texto que lemos, nos versos 43 e 44, Jesus chama os seus discípulos e afirma que uma das pessoas que vieram ofertar, fez mais do que os outros. A balança de Jesus não pesa valores, mas totalidade. Pesa o coração na entrega.
Em 1ª Samuel 16:7 diz que “o homem vê o exterior, mas o Senhor vê o coração”.
A maneira de Deus julgar as coisas é muito diferente, bem mais exata que a nossa. E como seres humanos, nos prendemos muito ao que vemos, mas o Senhor enxerga bem mais além.
Essa pessoa que deu mais que os outros, era uma viúva pobre que se aproximou e entregou apenas duas moedas. Eram somente duas moedinhas, insignificantes aos olhos humanos, se comparadas às ofertas que os ricos traziam, mas Jesus fez uma declaração impressionante sobre aquela mulher e sua oferta, deixando claro que para Deus que o que vale é a intensidade do sacrifício.

É TUDO OU NADA

Para aqueles ricos, não fazia tanta diferença se entregassem mais ou menos dinheiro no altar. Não faria nenhuma falta para eles, mas para a viúva pobre, sim. Ela estava dando tudo o que tinha. Aquelas duas moedas eram tudo o que ela tinha. Ela estava ofertando a Deus o seu tudo.

Da mesma forma, quando nos apresentamos diante de Deus para adorá-Lo, para entregar a Ele o que quer que seja, precisamos sondar o nosso coração. Será que estamos fazendo de qualquer maneira? Será que estamos dando o que nos sobra, o que simplesmente não vai fazer falta? Será que estamos dando o nosso tudo? No meu amor a Deus tenho sido intenso?

Muitos estão dispostos a completar sua coleção pagando o preço que for, seja onde for para completarem sua coleção. Outros não medem esforços para agradar seus filhos, ou seus cônjuges. Outros fazem tudo por sua nação indo as ruas protestar ou apoiar. Da mesma forma, os atletas que por amor ao esporte fazem renúncias e investem do próprio bolso, semelhantes aos amantes de sua profissão.

“O Reino dos céus é como um tesouro escondido num campo. Certo homem, tendo-o encontrado, escondeu-o de novo e, então, cheio de alegria, foi, vendeu tudo o que tinha e comprou aquele campo. O Reino dos céus também é como um negociante que procura pérolas preciosas. Encontrando uma pérola de grande valor, foi, vendeu tudo o que tinha e a comprou” – Mateus 13:44-46.
Todos colhem frutos de seus sacrifícios: satisfação, retribuição, recompensa e o mais importante: reconhecimento. O reconhecimento é uma resposta, pois todo amor, todo sacrifício tem resposta!

Infelizmente, muitos querem mudanças na vida, mas não amam intensamente. Não fazem sacrifícios.
O verdadeiro amor, sacrifica. Aquela viúva sacrificou tudo! Jesus reconheceu…
É realmente impressionante quando alguém se dispõe a dar o seu tudo para Deus.

Aqui, tudo significa custo, ou seja, um preço a ser pago, um sacrifício. Se nada for oferecido, nada acontecerá…se tudo for oferecido, tudo acontecerá!

PAGUE O PREÇO

O rei Davi é um exemplo para nós. Quando ele levantou um altar ao Senhor nas terras de Araúna, o jebuseu, este queria dar o terreno, os bois, os trilhos e a lenha para o sacrifício. Mas Davi recusou-se a recebê-los. Ele pagou o preço devido pelo terreno e ofereceu ao Senhor seus sacrifícios. Ele pagou um alto preço para ofertar ao Senhor. As suas palavras a Araúna foram:
“Faço questão de pagar o preço justo. Não oferecerei ao Senhor meu Deus holocaustos que não me custem nada” (2ª Samuel 24:24).
Dar a Deus o nosso tudo não é um peso nem um fardo. É uma oferta de amor e de gratidão. É o mínimo que podemos fazer para um Deus tão maravilhoso e digno. Ele nos deu o seu melhor. Ele nos deu tão intensamente a ponto de entregar sua própria vida ali na cruz.

Algumas pessoas não querem dar a Deus algo que lhes custe algum sacrifício. Enquanto estão confortavelmente servindo ao Senhor, tudo está bem, mas, no momento em que são desafiadas a sair de sua posição de comodidade, tudo muda. Encontram muitas desculpas, mas a verdade é que não estão dispostas a dar a Deus intensamente. Não querem pagar o preço de ir a igreja, qualquer atividade extra é motivo de reclamação. Até mesmo as reuniões promovidas para abençoar suas vidas e aumentar a comunhão são criticadas.

Então reflita: Que tipo de amor você tem oferecido ao Pai? Você tem se dado a Ele intensamente? Você tem pagado o preço? Você quer ter mais de Deus?
Dê mais de você para Ele!.

Paracatu homenageia missionária Ruth

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A Igreja Casa da Bênção de Paracatu é uma das mais respeitadas igrejas da cidade mineira, seus líderes, missionários Paulo e Marli Ribeiro, têm se destacado pois a igreja tem crescido dia a dia e é um ícone da cidade.

A missionária Marli Ribeiro, agrega ao seu sacerdócio junto igreja à de vereadora da cidade e se destaca pelas ações sociais e junto as famílias. No último dia trinta um de outubro a Câmara Municipal de Paracatu, mediante a solicitação da missionária e vereadora Marli, concedeu a missionária Ruth Brunelli de Oliveira a Medalha do Mérito Legislativo. A mesma concedida ao apóstolo Doriel de Oliveira em outubro de 2015 (veja edição 81 da Revista Mensagem).

Essa homenagem foi concedida a missionária Ruth, por ser a fundadora da Igreja Casa da Bênção, junto com apóstolo Doriel de Oliveira – in memoriam – e por seu trabalho por mais de sessenta e cinco anos, pregando o evangelho.

➡ Veja as fotos da homenagem

COPEV-DF homenageia o apostolo Doriel de Oliveira

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Missionária Ruth recebe homenagem do apóstolo Doriel

Na manhã desse sábado (03 de novembro), o Conselho de Pastores Evangélicos – COPEV-DF, se reuniu na Catedral da Bênção – DF para a sua decima primeira reunião com a presença de grande parte dos pastores líderes do DF e contou com a presença de parlamentares e representantes de parlamentares evangélico eleitos. Nesse encontro dedicado à comunhão dos pastores, foi realizado um momento de clamor pelo Brasil, onde os pastores se ajoelharam pedindo a Deus pela nossa nação e pelos candidatos eleitos no ultimo sufrágio.

Ao final o presidente do COPEV-DF, pastor Josimar Francisco e o coordenador geral, pastor Chancerley de Melo, agraciaram a missionária Ruth de Oliveira com uma homenagem póstuma ao apostolo Doriel de Oliveira.

Ao fazer uso da palavra o pastor Chancerley, convidou o missionário Jeremias Figueiredo para que assume-se a presidência do Núcleo de Taguatinga do COPEV,

Veja as fotos