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Só as mães entendem…

Incumbiram-me de felicitar todas as mães por essa data especial, mas eu resolvi descrever exatamente como nós mães somos intensas…

Incumbiram-me de felicitar todas as mães por essa data especial, mas eu resolvi descrever exatamente como nós mães somos intensas sendo apenas mães…

Há um momento, na vida, em que a gente que é “mãe” se sente órfã. Os filhos crescem de um momento para outro.

É cômico: Quando nascem, pequenos e frágeis, os primeiros meses parecem intermináveis. A gente se reveza ansiosa aos seus estímulos. Desejamos que sorriam, que sentem, fiquem de pé, andem, balbuciem palavras…

Então… Um dia… Cresceram!

A gente olha para os rostinhos outrora angelicais, e, se surpreende com os fios de barba, com meninas mulheres lindas e exuberantes.

É o momento dos voos para além do ninho.

Hoje, em vez de torcer que eles durmam, oramos pedindo a Deus para que cheguem logo em casa e bem.

É o momento em que nós mães nos perguntamos: Onde estão os meus bebês!? Onde estão os brinquedos do faz-de-conta, os chás de nada, os heróis invencíveis que tudo conseguiam, em suas batalhas imaginárias contra o mal?


Não imaginamos que seria tão rápido, mas os pequenos crescem… Ontem traziam um pintinho esmagado acidentalmente para que fosse “concertado”, hoje nos ensinam como operar redes sociais e melhor explorar os programas que se encontram à disposição.

A impressão é que dormiram crianças e despertaram adolescentes, como num passe de mágica.

É o momento da saudade dos dias que se foram tão rápidos, mas com a certeza de que fizemos o melhor, pois quando nos tornamos mães, entendemos que a existência é breve e as oportunidades preciosas.

O tempo em que podemos tomar as decisões pelos filhos, passa depressa. Os filhos crescem, deixam de ser bebês, mas a preocupação que existe em nosso coração permanece. Nos cabe pedir a Deus para que em todos os momentos da vida dos nossos filhos, haja temor e amor a tudo que ensinamos. Que Deus possa sempre iluminar, acompanhar e dar o discernimento necessário para as escolhas feitas por nossos filhos.

Feliz dias das mães a todas as mães que assim como eu sabem que o dia é nosso, mas o presente são os filhos!

Luciene Figueiredo

Roberto Tenil

Natural de Brasília, DF, desde 1976. Casado com Miriam, pai de duas lindas filhas. Empresário. Tecnólogo em Processamento de Dados. MBA - Administração Estratégica de Sistemas de Informação.

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Roberto Tenil

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